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terça-feira, 2 de julho de 2013

PM do Maranhão pode entrar em greve a qualquer momento


Policias Militares em greve em 2012.Foto/arquivo:Hilton Franco
Policiais militares do Maranhão realizam nesta quarta-feira,3, reunião em São Luís para debater reivindicações da categoria. Os PMs vão apresentar as demandas feitas ao governo do estado na reunião ocorrida nesta terça-feira, com o Secretário de Segurança, Aluísio Mendes e o comando da polícia militar. Representantes do Corpo de Bombeiros também participaram do encontro.
Segundo apurou o blog do Elias Lacerda com representantes da Associação dos Policiais Militares de Timon (ASPOM), o encontro com o secretário de estado não trouxe avanços nas negociações. De acordo com uma fonte associada, o representante do governo teria colocado que neste ano estaria difícil atender aos pedidos dos militares e bombeiros.
Os policiais vão definir em reunião de amanhã na capital se mantém a caminhada que a categoria pretende realizar no próximo dia 11. A caminhada será em destino à frente do Palácio dos Leões, onde no local será feita uma assembleia geral da categoria para decidir se os militares entram ou não em greve.
Os militares do Maranhão cobram do governo Roseana Sarney um regulamento próprio para a categoria em substituição ao regulamento do exército que até hoje é adotado na PM maranhense; Definição de uma jornada de trabalho; aprovação de uma lei de promoções mais justas (tem praça que já passou 18 anos para ser promovido), dentre outras reivindicações.
Muitos desses pontos foram acordados com o governo para serem atendidos, mas os militares dizem que até agora continuam sem implantação.
Do blog do Elias Lacerda

terça-feira, 28 de maio de 2013

Sem assinatura de acordo, greve dos professores é mantida no Maranhão


Assinatura estava marcada para a tarde de ontem (27), na Segep.
Alguns termos do documento não estariam finalizados.


A greve dos educadores da rede pública estadual de ensino no Maranhão deve continuar. Não foi assinado o acordo que contempla o resultado das negociações entre o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (Sinproesemma) e o governo do Estado, como estava previsto.
Ao todo, foram realizadas 19 assembleias regionais, sendo aprovada a suspensão do movimento em 15 delas e, a continuidade, em quatro regionais. O resultado demonstra que a maioria dos educadores aceita os termos negociados entre o sindicato e o governo do Estado com relação à proposta do novo estatuto.
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A assinatura estava marcada para a tarde de ontem (27), na Secretaria de Estado de Gestão e Previdência (Segep). Segundo o sindicato, o acordo não foi assinado porque faltava finalizar alguns termos do documento. O secretário Fábio Gondim deu uma nova previsão de assinatura para hoje (28), mas não definiu a hora.

Embora a maioria das assembleias regionais de educadores tenha aprovado a suspensão da greve, enquanto não for assinado o acordo, a orientação da direção do Sinproesemma é de continuidade do movimento. Além da assinatura o acordo, o governo deve definir a data de envio da proposta do novo Estatuto do Educador à Assembleia Legislativa, assim como dos projetos de lei que garantem direitos aos funcionários de escolas.
Os professores entraram em greve no mês passado para reivindicar a aprovação do estatuto da categoria, que já foi o motivo de uma paralisação de mais de dois meses no ano passado. O movimento deste ano completou um mês na última quinta-feira (23).